Aniversário de Roraima

Em 05 de outubro a sociedade roraimense tem a alegria de comemorar o aniversário de Roraima, um Estado muito importante para o Brasil e com forte ligação com a própria história do Brasil.

Já que seu principal rio, o Rio Branco, foi rota de tráfego para os portugueses quando navegavam buscando desbravar as terras da região Norte da colônia brasileira ora descoberta, o que de princípio já demonstra a relevância dessa data comemorativa.

Aniversário de Roraima
Aniversário de Roraima
Para saber mais informações sobre o aniversário de Roraima e sua importância no cenário nacional, veja o que temos a lhe dizer sobre o assunto e tire todas as dúvidas sobre o tema!

Falando sobre o Estado de Roraima...

Roraima é o estado menos povoado do Brasil, na América do Sul, com pouco mais de 500.000 habitantes. É o estado mais setentrional, que o coloca firmemente dentro da bela selva amazônica.

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Abrange uma área total de 224.299 quilômetros quadrados ou 86.602 milhas quadradas. A capital de Roraima é Boa Vista.

As tribos semi-nômades de caçadores-coletores habitaram as selvas de Roraima durante séculos. Eles viviam em pequenas comunidades, usando a terra para sua sobrevivência.

Então, quando os europeus começaram a explorar o mundo, eles “descobriram” a América do Sul, estabelecendo-se em várias áreas para colonizá-los e desenvolvê-los.

Como Roraima era tão abundante em minerais valiosos, os colonos e colonizadores europeus logo começaram a disputar a posse oficial de seu território.

Estes incluíam o holandês, o inglês, o espanhol e o português. Essas disputas continuaram por cerca de 400 anos até que, em 1943, Roraima foi combinada com uma seção do Amazonas para formar o território de Rio Branco. Em 1962, o território passou a se chamar Roraima e, em 1988, tornou-se um estado formal.

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Os interesses de ingleses e neerlandeses

É importante saber que, conforme dissemos, não eram somente os portugueses que se demonstravam interessados pelas terras de Roraima, devido ao altíssimo potencial delas, a presença de metais preciosos e também pela imensa presença da Floresta Amazônica.

Por causa disso, ingleses e neerlandeses já eram atraídos para a região, adentrando-a por meio da Guiana, o que provocou embates entre eles e Portugal. A Coroa Portuguesa, inclusive, buscando dar uma resposta rápida aos movimentos de ingleses e neerlandeses, criou uma “bandeira” para explorar e tomar posse da região.

Ou seja, os interesses eram muitos e a partir disso temos a oportunidade de compreender o aniversário de Roraima como algo sumamente importante, especialmente porque no Brasil soberano ele se tornou um dos grandes destaques em termos de preservação e demarcação de terras indígenas.

As terras indígenas em Roraima

É interessante assinalar que o Brasil inteiro abriga terras indígenas de norte a sul e de leste a oeste, mas nenhum outro estado brasileiro possui tantas terras indígenas quanto o Estado de Roraima, sendo este um dos grandes defensores dos direitos dos índios.

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Por isso, parabéns pelo aniversário de Roraima, pois esse é um exemplo a ser dado a toda a nação.

Para constar uma informação importante, são 46,37% do território roraimense que pertencem às terras demarcadas para os indígenas.

Aspectos geográficos

No aniversário de Roraima queremos também explanar para você alguns dados geográficos interessantes de conhecer. Vamos lá?

Embora grande parte de Roraima esteja coberta pelas densas florestas tropicais da Selva Amazônica, as áreas ao norte são ocupadas por gramados abertos, enquanto o leste possui uma pequena seção de savana. Devido à sua posição equatorial, o clima deste estado é quente e úmido.

É apenas nas encostas mais altas que a temperatura cai significativamente. Uma das montanhas mais altas do Brasil é Monte Roraima e uma pequena parte dessa imponente rocha está situada no estado de Roraima. Atinge uma altura de 2.734 metros ou 8.970 pés.

Os minerais que tornaram este estado tão cobiçado incluem ouro, diamantes, cobre, mármore e bauxita. Devido a restrições legais, estas são agora extraídas apenas de reservas indígenas formais.

Nesse aniversário de Roraima, desejamos ao povo roraimense tudo o que há de melhor. Que esse Estado continue crescendo e trazendo novas conquistas à sua população!

Domingo de Ramos 2021

Data comemorativa do calendário religioso bastante movimentada em todo o Brasil e no mundo, o Domingo de Ramos dá início à semana de maior destaque para o catolicismo romano, que é a Semana Santa.

Tal importância se dá especialmente devido à Páscoa, quando os cristãos celebram a ressurreição de Jesus, que a Bíblia conta ter voltado à vida no domingo de Páscoa.



Domingo de Ramos
Domingo de Ramos
Portanto, com a celebração do Domingo de Ramos tem início a semana da Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor, dia em que os cristãos católicos, ortodoxos e algumas ramificações protestantes iniciam a memória de tudo o que creem que Jesus tenha feito para redimir os seus e livrá-los do pecado e da condenação eterna.
Mas e o Domingo de Ramos, o que é e o que representa? É isso o que hoje vamos esclarecer para você, que por algum motivo qualquer deseja obter mais informações sobre as comemorações feitas nesse dia!

O que é o Domingo de Ramos?

No cristianismo, o Domingo de Ramos é o domingo antes da Páscoa. Neste dia o que se recorda é a triunfal entrada de Jesus em Jerusalém, montado em um jumentinho e alegremente saudado pela multidão que o recebeu agitando ramos de palmeira com devoção e amor.

A multidão, reunida pelas vozes da chegada de Jesus, espalhou suas capas no chão, enquanto outras cortavam galhos das árvores ao redor e, sacudindo-as festivamente, as honraram.

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Essa data comemorativa é observada por católicos, ortodoxos e algumas igrejas protestantes, conforme dissemos anteriormente, que são as igrejas que costumam celebrar essas tradições.

Na forma ordinária do Rito Romano é também chamado Domingo da Paixão do Senhor, em referência ao que ele estava prestes a enfrentar após adentrar a cidade de Jerusalém.

Na forma extraordinária, a paixão do domingo é celebrada uma semana antes, então o Domingo de Ramos também é chamado de “segundo domingo de paixão”.

Essa é uma festa móvel, ou seja, todos os anos ocorre em uma data diferente. Isso se deve ao fato de a própria Páscoa ser uma solenidade de data móvel, à qual o Domingo de Ramos está atrelado, já que ele obrigatoriamente ocorre no domingo anterior à Páscoa.

E tudo isso está ligado à celebração da Quaresma, que sempre se inicia na Quarta-Feira de Cinzas, que também é uma festa móvel. Ou seja, trata-se de um grande conjunto no qual diversas solenidades estão envolvidas. Não a toa, trata-se da maior celebração cristã em todos os tempos.

Tradição Judaica

O episódio refere-se à celebração do feriado judaico de Sucot, a chamada “Festa das Cabanas”, na qual os fiéis vieram em peregrinação a Jerusalém e foram ao templo em procissão.

Cada um carregava em sua mão e agitava o lulav, um pequeno feixe composto de galhos de três árvores, a palma, o símbolo da fé, a murta, o símbolo da oração que se eleva para o céu, e o salgueiro, cuja forma das folhas referidas na boca fechada dos fiéis, silenciosamente diante de Deus, unidos com uma folha de grama.

Muitas vezes, anexado ao centro havia uma espécie de cedro, o etrog (o bom fruto que Israel unido representava para o mundo).

O caminho foi pontuado pelas invocações da salvação (Hosana, em hebraico Hoshana) com o que com o tempo se tornou uma celebração coral, uma explosão de alegria, da libertação do Egito: após a passagem do Mar Vermelho, as pessoas durante quarenta anos tinham vivido sob tendas, em cabanas; de acordo com a tradição, o esperado Messias teria se manifestado durante essa festa.

Costumes da devoção popular

Geralmente os fiéis que participam das celebrações levam para casa os ramos de oliveira e palmeira abençoados pelo Sacerdote, para preservá-los como símbolo de paz, trocando parte com parentes e amigos.

Em algumas regiões, é usado que o chefe da família usa um pequeno ramo, mergulhado na água benta durante a vigília pascal, para abençoar a mesa preparada no dia da Páscoa.

Esses e muitos outros costumes constituem uma série de costumes de devoção popular praticados pelas pessoas que acreditam firmemente nesses eventos e os celebram em memória do Senhor.

Nesse Domingo de Ramos, desejamos que a fé aqueça o coração de todos os brasileiros e que as bênçãos de Deus sejam derramadas sobre a nossa Pátria!

Ver também

Quinta-Feira Santa 2021

A Quinta-Feira Santa é um dia de celebração em que os cristãos católicos, ortodoxos e algumas ramificações protestantes comemoram a Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio.

A cerimônia costuma contar com a celebração litúrgica em memória dos eventos praticados pelo Senhor Jesus, como a última ceia e o memorial do lava-pés, gesto que até hoje é relembrado como um ato de humildade daquele que é o grande rei.



Quinta-Feira Santa
Quinta-Feira Santa 2021
Nessa postagem nos propomos falar sobre esse assunto e explicar em detalhes o que é a Quinta-Feira Santa e qual a sua importância para o desenvolvimento do calendário litúrgico.

Onde ela consta como uma das datas comemorativas mais importantes, já que está inserida dentro das celebrações da Páscoa, a mais importante solenidade celebrada pelo cristianismo na atualidade.

Veja também a celebração da Sexta-Feira Santa

O Tríduo Pascal

É interessante assinalar que a Quinta - Feira Santa, com a belíssima cerimônia do lava-pés, dá início ao Tríduo Pascal, que são os três dias que antecedem o grande dia da ressurreição.

Esse tem início nas vésperas (hora litúrgica de oração) da Quinta - Feira Santa e se estende até as vésperas do Sábado de Aleluia, quando então tem início a Vigília Pascal, com o grande anúncio da Páscoa.

Leia também a celebração da Ascensão do Senhor

Inserida nesse rol, a Quinta - Feira Santa torna-se, assim, uma data de enorme significado para o cristianismo em todos os tempos.


Compreendendo a fundo cada um dos acontecimentos

Cada fato relacionado a essa data comemorativa tem um profundo significado para o cristianismo e queremos explicar um a um para você agora.

Quinta-Feira Santa - Eucaristia e a Santa Ceia

Na quinta-feira, Jesus de Nazaré janta com seus 12 apóstolos para dizer adeus a eles antes de morrer e compartilhar com eles o pão e o vinho.

Durante o jantar, Jesus Cristo anunciou que um deles o trairia (este seria Judas Iscariotes). Ele também prevê a negação de Pedro.

O momento mais importante para os cristãos é a instituição da primeira Eucaristia, um dos sete sacramentos católicos.

Jesus toma o pão, quebra-o e distribui-o entre seus discípulos, dizendo: “Toma e come tudo, porque este é o meu corpo, entregue por vós”.

Então pega o cálice com o vinho e diz: “Tome e beba todos eles, porque este é o cálice do meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança, derramado por vocês e por todos os homens em remissão de pecados”.

A primeira Eucaristia termina com Jesus dizendo: “Faça isso em minha memória”, o que a Igreja Católica considera como a instituição da Ordem Sacerdotal, outro dos sete sacramentos.

O Lava-Pés pés

Na Última Ceia realiza-se também a cerimônia do lava-pés, que se interpreta como uma ação de humildade de Jesus com os seus discípulos e também com toda a humanidade.

Pedro é o único que questiona a lavagem de seus pés. “Você não vai mais lavar meus pés”, deixa ele ir, já que o apóstolo considera uma humilhação de seu Senhor para ele.

“Se eu não lavar os teus pés, você não está do meu lado”, respondeu Jesus Cristo, de acordo com os Evangelhos. Ao que Pedro respondeu: “Senhor, não apenas os pés, mas também as mãos e a cabeça”.

Oração no Jardim do Getsêmani

Depois da Última Ceia, a oração chega ao Jardim do Getsêmani. Jesus vai ao pomar para orar e pede a seus apóstolos para acompanhá-lo. Mas todos eles adormecem lentamente.

Em sua agonizante oração, Jesus Cristo diz: “Pai, se você quiser, salve-me este cálice, mas não faça a minha vontade, mas a sua”. Depois que o resto é tomado por um grupo liderado por Judas, que o traiu por 30 moedas de prata, como ele havia profetizado.

Neste momento, Pedro corta com sua espada a orelha direita de um dos soldados que vieram prender Jesus. Este então dá um belíssimo ensinamento a Pedro, indicando que não era necessário lutar pois tudo aconteceria de acordo com a vontade de Deus.

Diversos ensinamentos nos são passados nas comemorações da Quinta-Feira Santa e esperamos que os corações de todos os brasileiros estejam prontos para recebe-las e torna-las concretas em suas vidas, pois assim construiremos uma sociedade mais justa e humilde, conforme procurou nos ensinar o grande Mestre, Jesus.

Dia do Piauí

Em 19 de outubro em todo o Estado piauiense é comemorado com pompas o Dia do Piauí, data que relembra o dia em que o Estado aderiu ao processo de independência do Brasil, ocorrido no dia 07 de Setembro de 1822.

Essa é uma data comemorativa extremamente significativa para a população do Estado porque marcou o dia em que o Estado deixou de se submeter aos ditames de Portugal e se uniu em definitivo ao Brasil livre, comandado soberanamente pelo Imperador Dom Pedro I.

Dia do Piauí
Dia do Piauí
É claro que houve um desenrolar de lutas e batalhas, muitas delas bastante sangrentas, que constituíram um caminho percorrido até que pudéssemos chegar a esse resultado.

Portanto, no Dia do Piauí a população do Estado tem a alegria de comemorar com muita alegria o seu próprio grito de liberdade, consoante ao que foi dado às margens do Rio Ipiranga, quando foi enfim proclamada a Independência do Brasil.

Compreenda aqui como se deu o processo de adesão do Piauí ao Brasil independente e quais consequências isso teve para a consolidação da República Brasileira.

Instituição do Dia do Piauí

É no dia 19 de outubro que se comemora o Dia do Piauí e isso se dá por força da Lei Estadual nº 176, que foi aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado.

O Projeto de Lei foi de autoria do Deputado José Auto de abreu. Com isso o povo do Piauí passou a comemorar esse dia de maneira oficial, pois as comemorações extra-oficiais já aconteciam há muitos anos no Estado.

Esse evento veio de encontro aos anseios das pessoas do Estado, que viam nesse processo uma maneira de dar loas à grande conquista da população, que foi se ligar definitivamente ao Brasil.

Adesão à Independência do Brasil

Não foram todos os Estados brasileiros que de imediato aderiram à Independência do Brasil por diversos motivos, entre eles questões de ordem econômica e social. Muitos deles tinham interesses em comum com a Coroa Portuguesa e não queriam atrapalhar esse processo se unindo ao Governo do Brasil.

Outros simplesmente não queriam se arriscar “embarcando” numa aventura que sequer sabiam se realmente daria certo, posto que desde o princípio haviam muitas batalhas em torno da luta pela independência do Brasil e o “grito da independência” não resolveu todos os problemas.

Foi tanto que as tropas de Portugal percorreram diversos estados forçando os governos e suas populações a continuarem submissos à Coroa, não se submetendo ao Império do Brasil.

Assim aconteceu com o Estado do Piauí, que mais de um mês depois de proclamada a Independência do Brasil ainda não havia aderido a ela. Simplício Dias da Silva é o nome lembrado pela história para consagrar esse processo de adesão à independência, que se comemora no Dia do Piauí.

Esse evento se deu no dia 19 de outubro de 1822, motivo pelo qual esse é o dia consagrado a se celebrar essa data comemorativa.

Veja mais informações na página do calendário do Piauí

Contradições a essa data

Muitos historiadores e populares do Piauí se manifestam contrariamente ao Dia do Piauí render homenagens a Simplício Dias da Silva e seus companheiros afirmando que eles não deveriam ter essa honra.

Afinal, é fato que Simplício declarou a adesão do Piauí à independência do Brasil, porém não conseguiu sustentar sua decisão, chagando a fugir do Estado quando soube que as tropas portuguesas marchavam para Parnaíba a fim de exigir que os piauienses voltassem a ser fieis a Portugal.

Como ele fugiu e não se dispôs a lutar, ainda que fosse para pagar com a vida, muitas pessoas o julgam indigno das honrarias trazidas pelo Dia do Piauí.

Não há resistência em se aceitar as comemorações do dia, mas sim em se homenagear aqueles que muitas pessoas afirmam não serem heróis da pátria.

De qualquer maneira, é fato que o Brasil deve se alegrar por ter sob seus direitos um estado muito bom para se viver, com forte potencial econômico e riquezas estonteantes para a população.

Nossos parabéns a todo o povo piauiense por todas essas vitórias!

Emancipação Política do Paraná

No dia 19 de dezembro o povo paranaense possui uma data comemorativa extremamente significativa para celebrar com muito orgulho, que é a Emancipação Política do Paraná.

Trata-se de uma data que marca a independência do Estado em relação à Província de São Paulo, à qual era juridicamente subordinado.

Emancipação Política do Paraná
Emancipação Política do Paraná
Isso representou uma grande conquista para a sociedade porque trouxe mais autonomia e poder de desenvolvimento para a Província que mais tarde viria a se tornar um dos Estados mais prósperos do país.

Para conhecer melhor o processo de Emancipação Política e os resultados efetivos que isso trouxe para o Estado e o país, nossa equipe buscou as melhores informações sobre o assunto e trouxe em primeira mão, de forma resumida, para você que tem sede por conhecer a fundo as datas comemorativas celebradas no Brasil.

Por que a Província do Paraná se desligou da Província de São Paulo

Havia na história do Império do Brasil diversas batalhas pelo poder. Essas aconteciam em grande quantidade, colocando as províncias brasileiras em lados opostos, batalhando entre si. Eram os conflitos de interesse que permeavam a sociedade e a tornavam separatista por natureza.

Assim aconteceu aquela que viria a ser um dos grandes motivos da separação entre a Província do Paraná e a Província de São Paulo: a Revolução Farroupilha, que por sua vez já era uma forma retaliação à participação da Província de São Paulo na Revolução Liberal de 1842.

Além disso, havia a motivação econômica que impulsionava os paranaenses a buscar a sua independência em relação a São Paulo.

A região que viria a se tornar a Província do Paraná possuía vasta produção de erva-mate, o que gerava grandes lucros. Mas sendo subordinada à Província de São Paulo havia a obrigatoriedade de divisão dos lucros com a Província, o que desagradava a população da região em geral, especialmente os líderes regionais e os produtores.

E foram esses os principais eventos que levaram à Emancipação.

Veja também o Calendário de São Paulo

Historicidade da Emancipação Política do Paraná

Os eventos que precederam o processo de Emancipação Política do Paraná, conforme já citamos anteriormente, colocaram a Província de São Paulo e a região do Paraná em lados opostos.

Isso se deu devido aos interesses dos líderes da Província e daqueles que defendiam que a região deveria se desmembrar de São Paulo para que experimentasse verdadeiro desenvolvimento econômico.

E apesar de subordinada à Província de São Paulo, a região já não vinha aderindo aos mesmos ideais e nem comungando das mesmas ideias, o que desagradou também os líderes da Província.

Na verdade, já era praticamente inevitável o processo de ruptura entre ambas, porque todos os eventos ora citados tornavam insustentável tal situação.

E foi assim que em 19 de dezembro de 1853 a Emancipação Política do Paraná se consumou, criando a mais nova Província do Império do Brasil naquela ocasião.

Os efeitos da Emancipação Política do Paraná

Quando vemos hoje o Estado do Paraná celebrando essa data comemorativa com imenso carinho e sentimento cívico podemos perceber o quão benéfico esse evento foi para a sociedade paranaense.

Saiba mais informações acessando o calendário do Paraná

E a isso ainda devemos somar o nível de desenvolvimento experimentado pelo Estado desde então, este que é um dos estados com maior qualidade de vida em todo o Brasil, reconhecido mundialmente por sua organização e IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) bastante elevado, além de diversos outros fatores.

Portanto, a única conclusão a que conseguimos chegar é que o processo de Emancipação Política do Paraná foi extremamente benéfico para a Província, que mais tarde tornou-se Estado, e para o Brasil em geral, que viu nascer ali uma Unidade da Federação forte e competitiva no mercado internacional.

Por outro lado, para a Província de São Paulo foi uma grande perda porque o poderio econômico da região se concentrou em outra Província, que não lhe rendia mais lucros com suas atividades.

Parabéns a todos os paranaenses pela passagem do aniversário de Emancipação Política do Paraná. O Brasil agradece por contar com um Estado forte e promissor em sua República.

Dia de São José

No Dia de São José, comemorado anualmente em 19 de março, temos a oportunidade de celebrar um dos santos mais queridos do povo brasileiro, que possui grande devoção por ele devido aos testemunhos de graças recebidas, sua personalidade branda e serena, seu amor imensurável pela Virgem Maria e seu filho Jesus, etc.

Dia de São José
Dia de São José
No fundo, a verdade é que o papel desempenhado por São José na História da Salvação foi de fundamental importância, motivo pelo qual o povo brasileiro se identifica com ele.

Esse não é um feriado nacional, mas em alguns estados do Brasil é, dada a maior vinculação das pessoas locais com a pessoa do santo.

Conheça melhor os motivos de se celebrar essa data comemorativa, que é o Dia de São José e a personalidade dele, que é um dos santos mais queridos de todo o mundo!

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Padroeiro da Igreja e dos trabalhadores

A Igreja Católica Romana, que é responsável pela maioria das canonizações que conhecemos na história, foi quem procedeu a canonização de São José e, ainda além disso, o proclamou como Padroeiro da Igreja em todo o mundo, reconhecendo sua enorme importância para a história da salvação da humanidade.

E além da comemoração em 19 de março temos também a sua memória celebrada em 1º de maio dia em que a maioria dos países do mundo comemora o dia do trabalhador.

Isso se deve ao fato de que São José era um humilde trabalhador, um carpinteiro que trabalhava de sol a sol para sustentar a sua família, conhecida pelos cristãos católicos como a “Sagrada Família”.

Por isso essa data comemorativa é ainda mais acentuada, já que se trata de algo que ultrapassa os limites do Brasil e atinge fiéis católicos de todo o mundo.

Origem do Dia de São José

A tradição no culto a São José ganhou vigor dentro do mundo cristão, apesar de ser o pai adotivo de Jesus. A razão mais provável é que em suas origens os cristãos só prestaram algum tipo de culto aos mártires e não foi o caso de São José.

No início do século IV, o culto a São José entre os coptas (egípcios da fé cristã) começou a aparecer, e sua festa apareceu no dia 20 de julho do calendário copta.

No mundo ocidental aparecem as primeiras referências ao seu culto em 1129, onde há uma igreja dedicada ao seu nome em Bolonha (Itália).

Os Padres Carmelitas foram os primeiros a transferir seu culto do Oriente para o Ocidente de uma maneira completa e, depois de sua aparição no calendário dominicano, estavam ganhando cada vez mais força.

Durante os anos seguintes, grandes personalidades que mais tarde se tornaram santos, em alguns dos casos, tiveram uma grande devoção por São José, o que fez com que seu culto ganhasse mais força.

A contribuição de Jehan Charlier Gerson é significativa e, em 1400, ele compôs um Escritório do Noivado de São José.

No pontificado de Sisto IV, São José foi introduzido no calendário romano, que é o que chegou aos nossos dias, no dia 19 de março.

Isso foi fundamental e, a partir daquele momento, tornou-se uma festa simples, indo depois a uma festa dupla para Inocência VIII, uma festa dupla de segunda classe de Clemente XI. Finalmente, Pio IX o nomeou patrono da Igreja Católica.

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Relação com o povo nordestino

O povo nordestino possui fortes vínculos com a pessoa de São José e por isso nessa região temos grandes manifestações de carinho por ele nessa data comemorativa.

Os nordestinos recorrem a ele para pedir graças e tem uma curiosa crença de que se chover no Dia de São José, é sinal de que o inverno será bom na região. Trata-se de uma relação de piedade que leva ao exercício da fé.

Dia da Amazônia

O Dia da Amazônia é comemorado no Brasil com celebrações especiais em reconhecimento à enorme importância que a Floresta Amazônica tem para o equilíbrio ambiental no mundo.

A data foi estabelecida em 1850 para marcar a criação da Província do Amazonas; mais tarde para dar origem ao atual Estado do Amazonas.

Dia da Amazônia
Dia da Amazônia
Com sua vasta área de 6,7 milhões de quilômetros quadrados, cinco milhões dos quais cobertos por florestas, a Amazônia é hoje uma das heranças naturais mais preciosas da humanidade.

Compreenda por que é tão importante comemorar o Dia da Amazônia e o que isso representa para o Brasil e o mundo.

Alguns dados sobre a Amazônia

O domínio biogeográfico da Floresta Amazônica se estende por mais de 60% da superfície total do Brasil e partes dele se estendem por oito países da América do Sul e um território ultramarino - Brasil, Bolívia, Peru, Colômbia, Equador, Guiana, Suriname, Venezuela e Guiana Francesa.

Estima-se que 33 milhões de pessoas habitam a bacia amazônica atualmente.
Apesar de sua inestimável importância ambiental para o planeta; como o lar de um número infinito de espécies de plantas animais e herbáceas e arbóreas, algumas das quais ainda não são conhecidas pela ciência; como importante regulador dos padrões climáticos globais; e como uma rica fonte de matérias-primas nutricionais, medicinais, minerais e outras baseadas em florestas.

Ainda assim a Amazônia está sob séria ameaça de atividades humanas predatórias, como exploração madeireira, mineração, construção de infraestrutura e conversão de florestas em pé em áreas de pasto ou terra cultivável.

O Dia da Amazônia procura exatamente conscientizar as pessoas quanto à necessidade de conservação desse bioma para o bem de toda a humanidade.

Ver também o Calendário Amazonas
Quão grande é a floresta amazônica?

A extensão da Amazônia depende da definição dada. O rio Amazonas drena cerca de 6,915 milhões de km², ou cerca de 40% da América do Sul, mas geralmente áreas fora da bacia são incluídas quando as pessoas falam sobre a Amazônia.

A Amazônia biogeográfica varia de 7,76 a 8,24 milhões de quilômetros quadrados (3-3,2 milhões de quilômetros quadrados), dos quais pouco mais de 80% são florestados.

Para fins de comparação, a área de terra dos Estados Unidos (incluindo o Alasca e o Havaí) é de 9.629.091 quilômetros quadrados (3.717.811 quilômetros quadrados).

E comemorar o Dia da Amazônia é a melhor maneira de garantir que todo esse sistema trabalhe em favor da sociedade global.

O RIO AMAZÔNIA HOJE

Hoje, o rio Amazonas é o rio mais volumoso da Terra, onze vezes o volume do Mississippi, e drena uma área equivalente em tamanho aos Estados Unidos.

Durante a alta temporada de água, a foz do rio pode ter 300 milhas de largura e todos os dias até 500 bilhões de pés cúbicos de água (5.787.037 pés cúbicos/ seg) fluem para o Atlântico.

Para referência, a descarga diária de água doce da Amazônia no Atlântico é suficiente para suprir as necessidades de água doce da cidade de Nova York por nove anos.

A força da corrente - do puro volume de água - faz com que a água do rio Amazonas continue fluindo 125 milhas para o mar antes de se misturar com a água salgada do Atlântico. Os primeiros marinheiros podiam beber água doce do oceano antes de avistar o continente sul-americano.

A corrente do rio transporta toneladas de sedimentos suspensos desde os Andes e dá ao rio uma característica aparência de água branca lamacenta.

Calcula-se que 106 milhões de pés cúbicos de sedimentos suspensos são arrastados para o oceano todos os dias. O resultado do lodo depositado na foz do Amazonas é a ilha de Majaro, uma ilha fluvial do tamanho da Suíça.

Criação da Província e Formação do Estado do Amazonas

Devido ao processo de criação da província e mais tarde a formação do Estado do Amazonas, o calendário do dia da Amazônia passou a ser comemorado anualmente no dia 05 de setembro, procurando formas de mostrar às pessoas que todos somos responsáveis pela preservação da Floresta Amazônica.

Homenagem a João Pessoa

Muito se tem questionado atualmente sobre o feriado em homenagem a João Pessoa e o que tem ocorrido para ele não ser mais respeitado no calendário do Estado e por isso decidimos trazer explicações sobre o tema.

Homenagem a João Pessoa
Homenagem a João Pessoa
Até o ano de 2015 o Estado da Paraíba tinha como um de seus feriados estaduais o dia 26 de julho, data em homenagem a João Pessoa, um dos ilustres batalhadores pela construção da sociedade paraibana.

Entretanto, em dezembro de 2015 foi aprovada uma lei na Assembleia Legislativa que transferia esse feriado para o dia 05 de agosto, data em que se celebra o aniversário da fundação da Paraíba e da emancipação da capital João Pessoa, cujo nome se deve à figura que hoje falamos nesse artigo.

Como a sociedade paraibana ainda alimenta grande reconhecimento por todos os trabalhos prestados, queremos falar especificamente sobre a homenagem a João Pessoa, aproveitando para falar sobre sua biografia e contribuições para que o Estado da Paraíba se tornasse o que é hoje: um dos mais importantes estados do Brasil!

Conheça mais acessando o Calendário da Paraíba

Vamos falar sobre João Pessoa

Seu nome era João Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, advogado e político nascido em Umbuzeiro - PB em 24 de janeiro de 1878 e morto no Recife - PE em 26 de julho de 1930. Dentre os cargos ocupados se destacam os seguintes:
  • Auditor Geral da Marinha;
  • Ministro da Junta de Justiça Militar;
  • Ministro do Superior Tribunal Militar;
  • Presidente da Paraíba.
Foi devido ao dia de sua morte que durante muito tempo o dia 26 de julho vinha sendo comemorado como dia de homenagem a João Pessoa, vistos os feitos por ele promovidos em prol de sua terra mãe.

Quando se tornou Presidente da Paraíba João Pessoa promoveu uma reforma política e administrativa do Estado, tornando-o menos caro e mais eficiente, o que à época foi um grande ganho para toda a população. Ele também se dedicou a buscar mais receitas para o Estado, a fim de garantir sua sustentabilidade financeira.

Para isso, por exemplo, promoveu a tributação sobre o comércio realizado entre o interior da Paraíba e o Porto de Recife.

Isso ocasionou muitos desconfortos com as oligarquias, que se viam desprestigiadas pelo governo. Mas para a população em geral esse modelo de política austera foi bastante positivo, pois auxiliou o Estado a obter maior desenvolvimento econômico com o passar do tempo.

Uma figura controversa

O fato de até pouco tempo ter existido o costume de se prestar uma homenagem a João Pessoa com um feriado estadual não significa, entretanto, que ele foi uma unanimidade entre as pessoas do Estado.

Muitas se manifestaram contrárias às suas ideias e não eram somente os oligarcas. Pessoas do povo, que também se beneficiavam com as medidas tomadas para aumentar a renda do Estado e assim aumentar a qualidade de vida da população, também se mostraram arredias às suas ideias.

Isso é comum no meio político, já que ninguém é unanimidade. Mas no caso de João Pessoa é possível que isso tenha provocado problemas ainda maiores...

O Assassinato de João Pessoa

Ainda durante seu mandato, numa viagem ao Estado de Pernambuco, João Pessoa foi assassinado e isso gerou muitas polêmicas em relação aos motivos que alguém teria para fazê-lo e o que melhor se encaixava nas teorias apresentadas era uma revolta pelo fato da política de austeridade implantada por seu governo.

Mas sua morte ainda rendeu outros episódios para a nossa história, sendo o mais emblemático deles o estopim para a Revolução de 1930, um golpe que quase três meses mais tarde já derrubava do poder o Presidente Eleito e colocava em seu lugar Getúlio Vargas, que prometia trabalhar incessantemente pelo desenvolvimento do país instaurando um novo tempo para a República Brasileira.

Embora já não seja mais um feriado estadual, queremos nos unir à população paraibana e render uma bela homenagem a João Pessoa, esse filho ilustre das terras da Paraíba, que foi um dos grandes responsáveis pelo Estado ser o que se tornou com o decorrer de todo o tempo.

Adesão do Estado do Pará à Independência do Brasil

No dia 15 de agosto os paraenses têm em seu calendário a Adesão do Estado do Pará à Independência do Brasil e essa é uma data comemorativa que traz excelentes lembranças ao povo paraense.

Adesão do Estado do Pará
Adesão do Estado do Pará à Independência do Brasil
Que viu nesse evento a sua completa adesão ao plano político da República Federativa do Brasil, ainda que com ressalvas em relação a uma série de coisas que serão expostas nesse artigo.

Antes mantendo forte ligação com a Coroa Portuguesa, o Pará não aderiu à Independência do Brasil, quando esta se concretizou em 07 de setembro de 1822. Houveram diversos eventos que conduziram a esse processo e nós iremos apresentar para você os fundamentos que levaram a isso.

Vem com a gente e descubra por que essa data comemorativa é de suma importância para o povo paraense e para todo o Brasil!

A divisão do Brasil em duas Províncias

Para compreendermos plenamente as razões do Estado do Pará para não aderir de imediato à Independência do Brasil, precisamos nos reportar aos estudos de história e relembrar que nesse período o país estava dividido entre as províncias do Brasil e do Grão-Pará e Maranhão.

Os movimentos de luta pela independência surgiram na Província do Brasil, ficando a Província do Grão-Pará e Maranhão praticamente alheias a esse processo.

Isso se deve especialmente ao fato de que a Província do Grão-Pará e Maranhão mantinham suas relações diretamente com a Coroa Portuguesa, em pouco ou nada debatendo com o Governo Brasileiro quaisquer de suas necessidades.

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Foi por esse motivo que a Adesão do Estado do Pará à Independência do Brasil se deu bastante tempo depois, quase um ano após o grito da independência dado por Dom Pedro I às margens do Rio Ipiranga.

As investidas do Governo Brasileiro contra os Estados que não aderiram à Independência

Não foi somente o Estado do Pará que resistiu ao processo de independência do Brasil. Diversos outros estados foram resistentes à ideia e precisaram ser “convencidos” de que a melhor alternativa era se unir definitivamente ao Brasil, abandonando a Coroa Portuguesa.

Isso era algo tão latente que Dom Pedro I, então Imperador do Brasil, ordenou aos militares que fossem aos estados rebeldes exigir que aderissem à independência e se submetessem ao seu domínio. Assim foi feito e um a um os estados foram se curvando ao Imperador do Brasil.

A ideia a princípio não era chegar até o extremo norte do país, onde estava o Estado do Pará, mas em 11 de agosto de 1823 as esquadras militares chegaram ao Pará para apresentar as exigências do Imperador.

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Eles portavam uma carta onde diziam que o Imperador ameaçava invadir o território, bloquear o acesso ao porto da capital e sufocar a economia do Estado, já que esta se baseava especificamente em exportações.

Não era o desejo dos governantes do Pará, que preferiam manter suas relações com Portugal, continuando apartados do Brasil administrativa e politicamente.

Mas o receio de que o Imperador cumprisse as ameaças e invadisse o território paraense, fazendo sucumbir a sua economia, fez com que os líderes da sociedade optassem pela adesão à independência.

Foi por esse motivo que o dia 15 de agosto ficou marcado na história como o dia da Adesão do Estado do Pará à Independência do Brasil.

Diferentes pontos de vista

Em muitas oportunidades, especialmente quando da passagem das comemorações do dia da Adesão do Estado do Pará à Independência do Brasil, muitas opiniões são apresentadas sobre o fato, sendo muitas delas contraditórias.

Algumas pessoas julgam que tenha sido ruim para o Estado essa adesão. Para outros, foi algo positivo. Mas o fato foi que isso aconteceu e a vida das pessoas continuou a mesma, desde o dia em que se deu o evento.
Aos nossos compatriotas do Estado do Pará, que nesse dia comemoram o Dia da Adesão do Estado do Pará à Independência do Brasil, o nosso carinho e o reconhecimento de que para o país foi extremamente positivo o evento, que enriqueceu bastante o país e o tornou economicamente mais forte e competitivo.

Aniversário do Mato Grosso do Sul

Em 11 de outubro se comemora o Aniversário do Mato Grosso do Sul e com ele todas as memórias que constituíram essa grande vitória da população, instituindo uma data comemorativa de tamanha expressão para a sociedade do município e do Estado.

Aniversário do Mato Grosso do Sul
Aniversário do Mato Grosso do Sul
Fruto de uma longa batalha que se arrastou por muitos anos, com revoltas e reviravoltas por parte de quem queria a emancipação do Estado e de quem não a queria, o evento de elevação à categoria de Estado, desmembrando-o completamente do Mato Grosso, ao qual era subordinado.

Como se deram esses eventos que culminaram na emancipação do Estado e consequente Aniversário do Mato Grosso do Sul é o que queremos explanar para você, a fim de que compreenda o que constituiu essa data comemorativa tão especial para os sul-matogrossenses!

A separação entre Sul e Norte

A área hoje pertencente ao Estado do Mato Grosso do Sul fazia parte de um único estado do Mato Grosso, sendo este a região sul do Estado. O que se pretendia com a separação era dar mais vitalidade à região sul, impulsionar a economia e tornar a região mais propensa aos investimentos.
Mas a região norte não via isso com bons olhos porque tinha receio do resultado negativo que isso teria para si, pois julgava que com o aparte da região sul que a sua economia esfriasse e o Estado regredisse nesse quesito.

Em outras palavras, havia um jogo de interesses que se desenhava e colocava em lados opostos a política da região Sul e da região Norte do Estado do Mato Grosso.

A Revolução de 1932 e o Aniversário de Mato Grosso do Sul

Há forte relação entre a Revolução de 1932 e o aniversário de Mato Grosso do Sul e isso é o que queremos lhe explicar agora.

A Revolução Constitucionalista de 1932 (às vezes também referida como Guerra Paulista ou Guerra Civil) é o nome dado à revolta da população do estado brasileiro de São Paulo contra o golpe de Estado de 1930, quando Getúlio Vargas assumiu a presidência do país; Vargas foi apoiado pelos militares e pelas elites políticas de Minas Gerais, do Rio Grande do Sul e da Paraíba.

O movimento surgiu do ressentimento local do fato de que Vargas governou por decreto, desvinculado por uma Constituição, em um governo provisório.

O golpe de 1930 também afetou São Paulo, atingindo a autonomia que os Estados desfrutaram durante a vigência da Constituição de 1891 e impedindo a posse do governador de São Paulo, Júlio Prestes, na Presidência da República, derrubando simultaneamente o presidente Washington Luis, que era governador de São Paulo de 1920 a 1924.

Esses eventos marcaram o fim da Primeira República. Vargas nomeou um nordestino como governador de São Paulo.

O principal objetivo da Revolução era pressionar o governo provisório encabeçado por Getúlio Vargas a adotar e depois cumprir uma nova Constituição (daí o termo Revolução Constitucionalista), uma vez que o Presidente eleito Prestes foi impedido de assumir o cargo.

No entanto, à medida que o movimento se desenvolveu e o ressentimento contra o presidente Vargas e seu governo revolucionário se aprofundou, ele advogou a derrubada do Governo Federal, e especulou-se que um dos objetivos dos revolucionários era a secessão de São Paulo da Federação Brasileira.

Contudo, nota-se que o cenário separatista foi usado como uma tática guerrilheira do Governo Federal de transformar a população do resto do país contra o estado de São Paulo, transmitindo a suposta noção separatista em todo o país.

Não há provas de que os comandantes do movimento tenham procurado o separatismo.

Diante disso, para apoiar a revolta, o sul do Estado de Mato Grosso exigiu a contrapartida de apoio ao seu sonho emancipacionista, mas isso só foi efetivamente acontecer em 1º de janeiro de 1977, quando o então Presidente Ernesto Geisel elevou o Mato Grosso do Sul à categoria de Unidade da Federação.

Nesse dia do Aniversário de Mato Grosso, queremos dar nossos parabéns a todos os sul-matogrossenses, que nesse dia comemoram um data comemorativa extremamente significativa para eles!

Aniversário de Goiânia

O Aniversário de Goiânia, comemorado anualmente em 24 de outubro, marca fundação daquela que seria uma das mais importantes cidades do Centro Oeste brasileiro e também de todo o Brasil.

A cidade foi criada para ser a capital do Estado de Goiás, em substituição à antiga capital, que era a cidade de Goiás (hoje conhecida como Goiás Velho).

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Aniversário de Goiânia
Aniversário de Goiânia
As razões para isso foram de vários aspectos, especialmente de ordem técnica e política, conforme iremos lhe explicar agora, quando falamos a respeito dessa data comemorativa que é tão importante para os goianienses e todo o povo goiano!

Sobre o Município de Goiânia

Goiânia é a capital do Estado de Goiás e a cidade mais populosa do Estado. A nível regional, é a segunda cidade mais populosa, ficando atrás apenas de Brasília, a capital do país, da qual fica distante apenas 209 km.

A cidade se localiza na Região Centro Oeste do Brasil, no coração do Estado. Ela está também localizada no Planalto Central, um conglomerado que inclui o Distrito Federal e os estados de Goiás, Minas Gerais, Tocantins, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
A qualidade de vida oferecida no município é bastante expressiva, levando as pessoas a reconhecerem que a cidade é uma das melhores para se viver no Brasil, pois ainda que com todas as dificuldades apresentadas, os serviços públicos funcionam de maneira satisfatória e as opções diversão e lazer são sólidas e constantes.

Historicidade do Aniversário de Goiânia

A motivação para a construção de Goiânia está na marcha para o oeste, uma política desenvolvida pelo Governo de Getúlio Vargas que previa o desenvolvimento econômico e populacional em larga escala da região.

O que de fato aconteceu, levando a cidade de Goiânia a alcançar em 2018, segundo o IBGE, uma população estimada de 1.495.705 habitantes, PIB per capita de R$32.209,01 (dados de 2016) e IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de 0,799 (dados de 2010).

Mas não foram somente as motivações econômicas que ensejaram a fundação da cidade de Goiânia. Houve também as motivações políticas, que estavam focadas em tirar das mãos da família Caiado o governo do Estado.

Ver também: Dia da Fundação da Cidade de Goiás

Nessa época a capital era a Cidade de Goiás, totalmente comandada pela família Caiado. Pedro Ludovico Teixeira, que havia sido nomeado interventor em Goiás por Getúlio Vargas, encontrou aí a possibilidade de descentralizar o poder político e assim enfraquecer os poderosos Caiados, que se proliferavam na política goiana.

Note-se que a família Caiado nunca deixou de participar da política goiana, chegando atualmente a ter um governador democraticamente eleito, que é o Sr. Ronaldo Caiado, filiado ao DEM de Goiás.

A Revolução de 1930 e o Aniversário de Goiânia

Foi um movimento armado no Brasil liderado pelos estados de Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Sul, culminando em um golpe.

A revolução derrubou o presidente Washington Luíz em 24 de outubro de 1930, impediu a posse do presidente eleito Júlio Prestes e encerrou a República Velha.

Entenda como tudo ocorreu... Em 1929, líderes de São Paulo romperam a aliança com os mineiros, conhecida como “política do café com leite”, e indicaram o paulista Júlio Prestes como candidato à presidência.

Em resposta, o presidente de Minas Gerais, Antônio Carlos Ribeiro de Andrade, apoiou o candidato da oposição do sul, Getúlio Vargas.

No dia 1º de março de 1930, foram realizadas eleições para o Presidente e a vitória foi conquistada pelo candidato do governo, Júlio Prestes, que era o presidente do estado de São Paulo.

No entanto, ele não tomou posse porque o golpe foi desencadeado em 3 de outubro de 1930; ele foi exilado.

Getúlio Vargas assumiu a liderança do governo provisório em 3 de novembro de 1930, data que marca o fim da República Velha.

E foi em homenagem a esses eventos, que tiveram o ápice em 24 de outubro de 1930, que Pedro Ludovico Teixeira, três anos mais tarde, decidiu fazer o lançamento da pedra fundamental de Goiânia nesse dia.

E por esse motivo, desde então o Aniversário de Goiânia vem sendo comemorado no dia 24 de outubro, uma grande data comemorativa para o município e o Estado de Goiás.

Dia da Fundação da Cidade de Goiás

Qual foi o Dia da Fundação da Cidade de Goiás e qual a representatividade e importância que esse evento tem para a história?

Para chegar a essa resposta precisamos nos remeter ao período colonial do Brasil, quando foram fundadas as capitanias e o povoamento de cada uma delas começou a acontecer a passos largos.

Dia da Fundação da Cidade de Goiás
Dia da Fundação da Cidade de Goiás
No decorrer desse tempo foram descobertas diversas jazidas de ouro espalhadas pela colônia e isso provocou uma intensa corrida das pessoas em busca do metal precioso.

O bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva descobriu ouro nas cabeceiras do Rio Vermelho e para facilitar a busca pelo mesmo fundou o Arraial de Sant’Anna na capitania, este que mais tarde se tornaria a Vila Boa de Goyaz e, por fim, a Cidade de Goiás, que viria a ser a capital da Capitania de Goiás.

A comemoração do Dia da Fundação da Cidade de Goiás se dá anualmente em 26/07 e nesse dia é comum o acontecimento de festividades e comemorações por toda a cidade.

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Um pouco sobre a Cidade de Goiás

A cidade de Goiás é uma das antigas cidades coloniais, fundada em ouro em 1727 com o nome de Vila Boa de Goyaz. Foi nomeado em homenagem aos habitantes da área antes da chegada dos europeus, o povo Goyaz. Foi a capital do estado de Goiás até 1937, quando a capital foi transferida para a nova cidade planejada de Goiânia.

A cidade tem duas praças significativas. O Coreto Plaza, a praça principal, abriga o “Coreto”, uma concha de banda.

Também é liderado pela Igreja da Catedral de Santa Ana. A construção da igreja da cidade começou em 1727 com uma capela. Em 1743, uma igreja foi construída enquanto a cidade crescia.

A igreja durou até 1929, quando a construção da igreja como a vemos foi concluída em 1998.

Também de frente para a praça está o Palácio Conde dos Arcos, residência do antigo governador. Desde a construção inicial em 1749, a residência teve outras três residências incorporadas em seu design.

A residência foi transformada em museu em 1961. A residência só estava sendo usada como tal por um a três dias por ano, quando o governador estadual estaria em residência, quando a cidade de Goiás recuperaria seu status de capital do estado.

Finalmente, o Museu de Arte Sacra de Boa Morte é a outra estrutura significativa em frente à praça. A antiga Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte, a Igreja de Nossa Senhora da Boa Morte, foi convertida em museu em 1967. A construção da igreja começou em 1762 e foi ocupada em 1779.

Transferência da Capital para a Cidade de Goiás

Por ocasião das comemorações do Dia da Fundação da Cidade de Goiás, em 26/07, é costume do Governo do Estado de Goiás proceder a transferência simbólica da capital para a cidade.

Trata-se de uma maneira de recordar a história e de prestigiar as pessoas da Cidade de Goiás. É uma maneira de dizer que a transferência da capital aconteceu, mas a Cidade de Goiás continua sendo importante para a história local.

Por que aconteceu a transferência da capital para Goiânia?

A motivação para se fazer a transferência da capital para Goiânia foram muitas, mas a maior delas é sem dúvida a motivação política, que era afastar o centro do poder das mãos da família Caiado, que comandava a Cidade de Goiás e toda a política local.

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Num esforço de desfazer essas consequências foi que se decidiu por tal atitude, o que de fato surtiu efeito, já que a família Caiado se enfraqueceu e outros nomes surgiram na política de Goiás.

Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade

Devido à sua importância para a história de Goiás e de todo o Brasil a Cidade de Goiás foi tombada como Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade e esse é mais um dos motivos que temos para comemorar com muita alegria o Dia da Fundação da Cidade de Goiás.

Isso se deu em 2001 os aspectos observados foram a sua natureza exuberante, sua peculiar arquitetura barroca e suas tradições culturais.

Nesse dia nossos mais sinceros parabéns aos goianos, com votos de novas e maiores conquistas!

Data Magna do Ceará

A Data Magna do Ceará é uma data comemorativa em que se comemora com jubilo a abolição da escravatura no Estado do Ceará, que foi a primeira província brasileira a proceder a libertação dos escravos.

Data Magna do Ceará
Data Magna do Ceará
Isso se deu em 25 de março de 1884, tornando-se um marco na história do Estado do Ceará, que em 06 de dezembro de 2011, por meio de sua Assembleia Legislativa, o reconheceu como um data extremamente importante e a introduziu em seu calendário oficial como data comemorativa celebrada com um feriado estadual.

A escravidão foi um processo desenvolvido em todo o Brasil, já abolido e criminalizado, que jamais deve ser cogitado voltar a tona novamente.

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Como um procedimento que submetia a trabalhos forçados pessoas que eram tratadas como bichos e não como gente, não podemos mais permitir que essa prática volte à nossa sociedade.

Foi o que o povo cearense se propôs fazer por meio da Data Magna do Ceará, que é o que queremos expor para você agora!

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Conceituando a escravidão

Como a Data Magna do Ceará está ligada à abolição da escravatura, queremos lhe falar sobre o que foi de fato a escravidão e como as coisas se desenvolviam naquele período negro da história do Brasil.

Escravidão é a condição em que um ser humano era possuído por outro. Um escravo era considerado por lei como propriedade ou bens móveis e era privado da maioria dos direitos normalmente detidos por pessoas livres.

Não há consenso sobre o que era um escravo ou sobre como a instituição da escravidão deveria ser definida.

Não obstante, existe um consenso geral entre historiadores, antropólogos, economistas, sociólogos e outros que estudam a escravidão de que a maioria das seguintes características deve estar presente para designar uma pessoa como escrava.

  • O escravo era uma espécie de propriedade; assim, ele pertencia a outra pessoa;

  • Em algumas sociedades, os escravos eram considerados bens móveis, em outros bens imóveis, como imóveis;

  • Eles eram objetos da lei, não seus súditos. Assim, como um boi ou um machado, o escravo não era normalmente responsabilizado pelo que fazia. Ele não era pessoalmente responsável por danos ou contratos;

  • O escravo geralmente tinha poucos direitos e sempre menos do que seu dono, mas não havia muitas sociedades nas quais ele não tivesse absolutamente nenhum. Como na maioria das sociedades existem limites sobre até que ponto os animais podem ser maltratados, também havia na maioria das sociedades limites sobre o quanto um escravo poderia ser abusado;

  • O escravo era removido das linhas de descendência natalina. Legalmente, e muitas vezes socialmente, ele não tinha parentesco. Nenhum parente pode defender seus direitos ou se vingar por ele;

  • Como “estrangeiro”, “indivíduo marginal” ou “pessoa socialmente morta” na sociedade em que foi escravizado, seus direitos de participar da tomada de decisões políticas e outras atividades sociais eram menores do que os de seu dono. O produto do trabalho de um escravo podia ser reivindicado por outra pessoa, que também frequentemente tinha o direito de controlar sua reprodução física.
Essa situação complexa era que caracterizava a escravidão, o que o povo da província cearense extirpou de seus domínios no dia da Data Magna do Ceará.

Como isso ocorreu

A Data Magna do Ceará ocorreu quatro anos antes da Abolição da Escravatura no Brasil e veio por meio da Emenda Constitucional nº 73, aprovada pela Assembleia Legislativa do Estado do Ceará.

Foi uma conquista que deu ao povo cearense, e não apenas a alguns personagens, as honras de ter conquistado a libertação dos escravos que trabalhavam na província muitos daqueles que vinham lutando no decorrer dos tempos foram anulados pela ação política que levou a essa conquista.

Aos nossos compatriotas cearenses, damos nossos parabéns na Data Magna do Ceará e desejamos que muitas outras conquistas cívicas venham por meio da ação de pessoas que lutam pelo bem de todos os que constituem a sociedade organizada.

Dia da Independência da Bahia

No dia 8 de maio de 2013, há apenas seis anos, o Dia da Independência da Bahia, que acontece no dia 2 de julho, foi oficialmente reconhecido pelo Senado como uma data de importância nacional no Brasil.

Dia da Independência da Bahia
Dia da Independência da Bahia
O reconhecimento não significa que se tornará feriado nacional, mas a data tem um lugar importante nos corações dos baianos, que têm nesse o dia de seu grito de liberdade.

Trata-se de uma batalha que foi travada por bravos guerreiros que não desistiram e lutaram até o fim para atingir os fins a que se propunham, o que culminou no Dia da Independência da Bahia.

O processo que levou a Bahia à Independência

Enquanto Dom Pedro I gritava “Independência ou morte!” Às margens do Rio Ipiranga, em São Paulo, a guerra para se chegar ao Dia da Independência da Bahia contra os militares portugueses estava em pleno andamento.

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Na verdade, não só terminou depois que o Brasil foi declarado independente, mas começou antes que a luta pela independência brasileira tivesse começado. Os esforços baianos, no final, foram o que enviou a embalagem portuguesa.

De fato, o povo baiano orgulha-se de 2 de julho porque é a data comemorativa que simboliza a verdadeira luta pela independência (e não apenas uma simples proclamação), onde não só derramam muito sangue e lágrimas, mas também escravos e descendentes indígenas (os caboclos) se juntaram para ajudar na luta.

Foi também onde se viram em desvantagem, por três mil soldados portugueses contra mil e quinhentos do lado brasileiro.

Procedimentos legais da Coroa e a Batalha dos Baianos: os fatos históricos

Em 1822, os tribunais reais de Lisboa ordenaram ao comandante português Madeira de Melo que assumisse o controle da Bahia à luz do retorno de Dom João VI à Europa quase um ano antes.

Os rumores e, posteriormente, o conhecimento de que seu filho, D. Pedro I, não voltaria a Portugal, provocaram a nomeação de Madeira de Melo. Com o início de 1823, reforços portugueses chegaram a Salvador, dominando a cidade.

Dom Pedro I, então, enviou tropas brasileiras, que eventualmente tiveram que voltar para a região do Recôncavo fora da capital. (Importante notar que “brasileiro” aqui significa lutar pelo Brasil, já que quase todas as tropas que realmente o fizeram eram portuguesas).

Cercado e com comida e munição a esgotar-se, Madeira de Melo solicitou mais tropas portuguesas da Europa. Foi então que Dom Pedro I mandou o general e mercenário francês, Pedro Labatut, expulsar os inimigos.

Labatut já havia participado das Guerras Napoleônicas, bem como ao lado de Simon Bolívar, na Colômbia. É um tanto irônico que um francês empurre os portugueses para fora do Brasil, já que foi devido à invasão francesa que os portugueses foram para o Brasil em primeiro lugar.

Na Batalha de Pirajá, que foi um momento decisivo na luta para se concretizar o Dia da Independência da Bahia (e, em última análise, do Brasil), Madeira de Melo tomou a ofensiva e acabou se lesionando.

Um relato da batalha relata a história de um soldado que, embora fosse português, mas lutava pelos brasileiros, confundiu as tropas portuguesas dando o som para que elas avançassem de acordo com um cenário específico do campo de batalha.

O único problema era que o cenário não estava realmente acontecendo, então em vez de avançar, eles recuaram, ponto em que as tropas brasileiras atacaram, vencendo a batalha.

Os portugueses se retiraram para o centro da cidade e logo se viram enfraquecidos, cansados, com baixo poder de fogo, e com uma frota brasileira (com um inglês no comando) praticamente cercando a costa.

Madeira de Melo e as tropas restantes finalmente fugiram do país, retornando a Portugal enquanto eram perseguidos até Lisboa.

O dia em que Labatut e seus homens voltaram à cidade foi em 2 de julho de 1823, motivo pelo qual nesse dia até hoje se comemora com júbilo o Dia da Independência da Bahia.